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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Matéria: Câmara Setorial de Florestas Plantadas aprova a Agenda Estratégica 2014/2019

Silvicultura e Agrossilvicultura

Com o microfone, Camila Braga, assessora técnica da CNA / Foto: Gustavo Froner

A Câmara Setorial de Florestas Plantadas aprovou, em reunião nesta terça-feira (30),  documento final da Agenda Estratégica 2014/2019 do setor, contendo medidas a serem adotadas no decorrer dos próximos cinco anos com base  em estudo  elaborado por  Grupo de Trabalho coordenado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).  Foram definidas 15 ações básicas que, a partir de agora, serão debatidas nos fóruns competentes encarregados de definir a política do setor florestal, com participação ativa da Comissão Nacional de Silvicultura da CNA. Dentre as medidas propostas destacam-se a criação da Cédula de Crédito Rural,  a estratégia de Defesa Florestal e a Valorização do Uso da Madeira.
Segundo a assessora técnica da Comissão de Silvicultura, Camila Soares Braga, a Cédula de Crédito Rural será um instrumento de crédito específico –  embora semelhante a outros títulos existentes no segmento do agronegócio, capaz de viabilizar investimentos tanto de pessoas físicas quanto jurídicas, nacionais ou estrangeiras, tendo a segurança de retorno do capital investido.
Outra proposta incluída na Agenda Estratégica diz respeito à redução dos custos  de produção no setor de florestas plantadas a partir de mecanismos tributários, especificamente créditos do PIS/Cofins.
Documento elaborado pela SAE, com base nas exportações brasileiras do agronegócio, demonstra que, em 2013, os produtos florestais estão entre os quatro mais importantes. Respondem por 10% do valor total, ultrapassado apenas pela soja (31%), carne (17%) e o setor sucroalcooleiro (14%).  O Programa de Florestas Plantadas consta do Plano Agrícola e Pecuário (PAP), 2014/2015, divulgado pelo governo federal no primeiro semestre deste ano.
Como toda a atividade agrícola, as florestas plantadas  dependem de insumos de capital, tais como fertilizantes e agroquímicos. Nesse sentido, a Agenda Estratégica propõe a criação da Instrução Normativa  para registro de defensivo florestal, de forma a dar agilidade ao processo. O documento destaca que, com a diminuição da oferta de mão de obra no campo, mais insumos são empregados no processo de reflorestamento, como a substituição da capina manual pela química, com o uso de herbicidas.
Na valorização do uso da madeira, a “agenda estratégica” sugere a formação de Arranjos Produtivos Locais (APL) e a utilização de madeira nos programas de governo. O fato é que o Brasil ainda utiliza, relativamente, pouca madeira em setores onde os países mais desenvolvidos empregam intensivamente os recursos florestais, casos da construção civil e o setor energético. Outra proposta sugerida é a adoção do Seguro Rural Florestal para o setor de florestas plantadas, dadas às características do segmento de projetos, com longo prazo de maturação e aos riscos específicos inerentes à atividade produtiva.
Além de Camila Braga, o Grupo de Trabalho responsável pelas propostas contidas na Agenda Estratégica foi constituído pelos seguintes membros da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Florestas Plantadas: Fernando Castanheira Neto, da SAE/PR; Marcilio Caron Neto/IBA; Maria Tereza Rodrigues Resende/Instituto Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial (Inmetro); Cid Caldas e Gabriela Menezes/Secretaria de Produção e Agroenergia/MAPA; Elvison Nunes Ramos e Sidney Medeiros/Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo/MAPA; João Antônio Salomão/Secretaria de Política Agrícola/MAPA; João Cruz Reis Filho e Paulo Mendes/ Assessoria de Gestão Estratégica/MAPA; João Frattini Ramos/Secretaria de De4fesa Agropecuária/MAPA.
Assessoria de Comunicação da CNA
(61) 2109-1419
www.canaldoprodutor.com.br

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Resinagem irá paralisar no Instituto florestal e a associação calcula desemprego no setor

Extração de Resinas
 
por Orestes Carossi Filho
Jornal Correio de Itapetininga


A Associação dos Resinadores do Brasil (Aresb) teme demissões com a paralisação da extração das resinas nas Fazendas Experimentais, do Instituto Florestal. O diretor da entidade, Jurandir Proença Lopes, informou que até o final do mês 80 funcionários serão demitidos somente em Itapetininga. Ele conta que há dois anos não são feitas licitações para que empresas pudessem retirar resinas. Na Fazenda do Estado em Itapetininga, o pinus ocupa 3 mil hectares.
Conforme Lopes, as estações experimentais do Instituto Florestal permitem a retirada anual de aproximadamente 10 mil toneladas de resina por ano. Isso significa que a instituição pública deixa de recolher R$ 25 milhões anuais. Em Itapetininga, seria possível recolher 4 mil toneladas de resina, com o ingresso de R$ 10 milhões aos cofres do órgão público.

“Hoje é zero. Além de resinas, não são também vendidas madeiras e sementes”, reclama Jurandir Proença Lopes. Ele explica que a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Instituto Florestal não informam o motivo da paralisação. Desde 1º de julho do ano passado, a associação enviou um ofício informando o risco de demissões no setor extrativista.
“Não houve resposta. Grande parte das empresas de resina depende exclusivamente das florestas de pinus do Instituto Florestal”, reforça a entidade. Também foi alertado que há um efeito em cascata no setor industrial que precisa importar a matéria-prima do norte de Minas Gerais. Três indústrias de Itapetininga já apresentam problemas de abastecimento, informa.
“Tem que dizer o que vai fazer. Precisa de maior agilidade e transparência”, reclama o diretor da entidade. “ Há 35 anos é feita a extração da goma de resina, uma atividade sustentável ao meio ambiente, que origina uma linha de produtos, como tintas, colas, vernizes, chicletes, borrachas, perfumaria, desinfetantes, feitas por meio de parceria com o Instituto Florestal”, explica o diretor.
O potencial na geração de emprego é de mais de 5 mil empregos diretos e indiretos. Lopes explica que a extração da resina exige a contratação de um grande número de empregados que irão trabalhar nas árvores de pinus. Conta que as estações experimentais contam com 4 milhões de árvores plantadas, espalhadas nas cidades de Itapetininga, Angatuba, Itapeva, Itararé, Paranapanema, Buri, Altinópolis, Assis, Batatais, Casa Branca, Manduri, Mogi-Guaçu, Paraguaçu Paulista e Pederneiras.

De importador a exportador
Desde que as fazendas experimentais foram implantadas, o Brasil evolui no desenvolvimento genético de pinus. “Neste período, o Brasil passou de importador desta matéria-prima para exportador. Hoje, ocupa o 2º lugar na produção mundial de resina, espelhado nas técnicas de manejo do Instituto Florestal e, principalmente, em face das sementes com melhoramento genético obtido por seus pesquisadores”, observou o diretor da entidade.
“As sementes de linhagens de altíssima produção de resina, sem similar no mercado nacional, estão indisponíveis”, destacou o diretor. Sem a licitação, não é feita a poda adequada que é feita pela empresa que explora a resina.

Outro lado
A reportagem enviou e-mail para a Secretaria do Meio Ambiente, mas até o fechamento da edição não obteve nenhuma resposta sobre o assunto.

Publicado no Correio de Itapetininga - LINK

Nivaldo Soares faz a retirada de resina há 7 anos, fazendo a extração da goma em 530 árvores por dia. <br /><small style='font-size:11px; display:block; margin-top:10px'><em>Foto: Mike Adas</em></small>Algumas das carretas tanques usadas para armazenar a resina coletada das árvores, estão paradas com a diminuição dos trabalhos <br /><small style='font-size:11px; display:block; margin-top:10px'><em>Foto: Mike Adas</em></small>

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Importação e Exportação - Um bicho de 7 Cabeças?

Já pensou em Exportar seus produtos? Ou mesmo Importar equipamentos ou máquinas?

Quando se fala em comércio exterior, ou mesmo importação/exportação, muitos pensam ser um bicho de 7 cabeças, mas não é! Claro que é mais complexo que negociar com empresas locais, ou seja, no mercado interno.. Mas a cada dia mais e mais empresas de pequeno porte e microempresas estão se "aventurando" no comércio internacional.
Porém ao aventurar-se, deve-se primeiramente conhecer o seu produto, se realmente possui um diferencial para competir lá fora, ou mesmo em se tratando de uma "commoditie", uma matéria prima que possui o preço e o volume como diferencial.
Talvez seja o caso de estar precisando de um equipamento, ou máquina, e precise importá-lo.
De qualquer forma é preciso procurar empresas sérias para auxiliá-lo nos trâmites, documentações e despachos, bem como na logística adequada.

Se quiser saber mais, pergunte-nos. Trabalhamos com empresa que está a 15 anos no mercado, com seriedade, rapidez e profissionalismo, atendendo a clientes em todo o Brasil, e possui representação na China, com escritório em Taiwan.

Contato: thannar@resinbraz.com.br





A CNA lança o I Encontro da Cadeia Produtiva de Base Florestal

A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária) do Brasil lançou nesta semana durante o I Encontro da Cadeia Produtiva de Base Florestal, uma iniciativa voltada para a silvicultura em âmbito nacional, o Programa Mais Árvores.
 
O objetivo é aplicar as diretrizes do programa em todas as regiões produtoras de florestas, fornecendo ao produtor rural todas as informações necessárias sobre mercado, plantio e manejo florestal, tanto para quem quiser investir no segmento como atividade alternativa na propriedade, como para os que pretendem fazer da silvicultura sua principal fonte de renda.

Os produtores interessados em aderir ao programa, assim como cooperativas e empresas, poderão procurar as federações estaduais de agricultura e pecuária ou os sindicatos rurais para obter as informações necessárias.

A iniciativa também vale para cooperativas e empresas. “É a melhor alternativa técnica e financeira para os programas de fomento florestal de cooperativas, empresas, e produtores rurais independentes que possuem limitações de produção e produtividade, e queiram diversificar a produção na propriedade”, explica a assessora técnica da Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA, Camila Braga.

Fonte: Portal Idest / Adaptado por CeluloseOnline

domingo, 28 de setembro de 2014

Ramos de pinheiros transformam-se em eficientes Sistemas de Filtração da água

Ramos de pinheiros transformam-se em eficientes Sistemas de Filtração da água.


Crédito de imagem: Thinkstock.com
Lawrence LeBlond para redOrbit.com - Your Universe Online
A próxima vez que você encontrar-se perdido na mata sem água limpa ou potável, o pinheiro mais próximo pode salvar sua vida. Enquanto lagos ou lagoas podem fornecer água e algum alívio a curto prazo para a desidratação, quando na natureza, essas fontes de água nem sempre estão limpas.
Este é o lugar onde o pinheiro entra em jogo. Derramando água do lago por meio de um galho de pinheiro recém-descascado pode efetivamente eliminar a maioria das bactérias que possam existir na água, deixando-o com uma fonte limpa e fresca de H 2 O.
Este processo é tão eficaz que pesquisadores do MIT, publicaram um artigo na revista PLOS ONE no dia 26 de fevereiro, constataram que o sistema de filtração de baixa tecnologia pode produzir até quatro litros de água potável por dia.
A equipe de pesquisa demonstrou que um pequeno pedaço de alburno pode filtrar 99 por cento da bactéria E. coli da água. Este alburno, que contém tecido xilema que ajuda o transporte da seiva para cima através da árvore, tem poros que permitem a passagem da água, mas filtra a maioria das bactérias através deles.
Rohit Karnik, um professor associado de engenharia mecânica na MIT , diz que este alburno é um material eficiente para filtragem de água de baixo custo e pode percorrer um longo caminho no sentido de ajudar as comunidades rurais, onde os sistemas de filtragem avançadas podem não ser acessíveis.
"Membranas de filtração de hoje, têm poros em nanoescala que não são algo que você pode fabricar em uma garagem muito facilmente", disse Karnik, um dos co-autores do estudo. "A idéia aqui é que nós não precisamos fabricar uma membrana, pois é facilmente disponível. Você pode simplesmente pegar um pedaço de madeira e fazer um filtro. "
Este sistema de alburno também não tem os inconvenientes que vêm com outros sistemas de filtração mais avançados. Filtros baseados em Cloro funcionam bem, mas podem ser caros; água fervente também depende de combustíveis caros para aquecer a água; filtros baseados em membrana também são caros e requerem uma bomba e facilmente ficam obstruídos.
A rede de xilema em pinheiros consiste em um sistema de vasos e poros, ajudando a mover a seiva das raízes para a copa da árvore. Cada parede do vaso é salpicada de pequenos poros chamados membranas poço, através do qual a seiva pode fluir de um vaso para a próxima vez que alimenta a árvore. Esses poros também limitam a cavitação - um processo pelo qual as bolhas de ar podem crescer e se espalhar no xilema, levando à morte da árvore. Os poros do xilema, realmente prendem as bolhas, impedindo-as de espalhar por toda a árvore.
"As plantas tiveram que descobrir como filtrar as bolhas, mas permitir fácil fluxo de seiva," Karnik observou. "É o mesmo problema com filtragem de água para onde queremos filtrar os micróbios, mas manter uma taxa de fluxo elevada. Então é uma boa coincidência que os problemas são semelhantes. "
Para o estudo, a equipe coletou ramos de pinheiro branco e tirou a casca exterior. Eles cortaram pequenas seções de alburno medindo cerca de uma polegada e meia de largura e, em seguida, montado em cada tubo de plástico, vedado com epóxi e presa com braçadeiras.
A equipe usou primeiro a água tingida com partículas de tinta vermelha que variam de 70 a 500 nanômetros de tamanho. Uma vez que a água é filtrada através do sistema, a equipe abre o filtro do alburno longitudinalmente e observou-se que a maior parte do corante vermelho estava contido dentro das camadas muito superiores da madeira. A água filtrada, que passou com facilidade, estava livre de quaisquer corantes vermelhos e cristalina. Esta experiência mostrou que o alburno é naturalmente capaz de filtrar quaisquer partículas maiores do que 70 nanômetros de tamanho.
Numa experiência diferente, a equipe verificou que o alburno é incapaz de filtrar partículas de 20 nanômetros de tamanho ou menores, sugerindo que há um limite para o tamanho de partículas que o alburno pode filtrar naturalmente.
Em um terceiro experimento, a equipe usou água contamidada com E. coli inativada. Após o vazamento da água contaminada através do sistema de filtração de alburno, a equipe examinou o xilema sob um microscópio de fluorescência, notando que as bactérias tinham acumulado em torno do poço de membranas, dentro dos primeiros poucos milímetros da madeira. Através de seus cálculos, eles determinaram que o alburno foi capaz de filtrar mais de 99 por cento do E. coli da água.
Com base nestes resultados, Karnik acredita que o alburno pode filtrar a maioria dos tipos de bactérias - as menores bactérias medem cerca de 200 nanômetros. Ele disse que é improvável que a técnica de filtração não possa interceptar a maioria dos vírus, como a maioria deles são muito menores em tamanho.
Ele disse que sua equipe agora pretende experimentar com outros tipos de alburno para ver se o sistema de filtração da natureza existe em outras árvores também. Árvores floridas geralmente têm poros menores do que árvores coníferas, sugerindo que elas podem ser capazes de filtrar as bactérias menores e possivelmente vírus. No entanto, os vasos em árvores floridas são muito mais longos, o que poderia arruinar suas chances de ser sistemas de filtração viáveis.
Outra questão fundamental é que o alburno precisaria permanecer úmido, a fim de ser usado de forma eficaz. Uma vez que o alburno seca, ele racha e não consegue filtrar corretamente os contaminantes da água.
"Há grande variação entre as plantas", disse Karnik em um comunicado. "Poderia haver muito mais plantas lá fora, que são adequadas para este processo. Idealmente, um filtro seria uma fatia fina de madeira que você pode usar por alguns dias, em seguida, jogá-lo fora e substituir quase sem nenhum custo. É ordens de magnitude mais barato do que as membranas de alta qualidade no mercado hoje. "
A pesquisa de Karnik foi financiado pelo Fundo James H. Ferry Jr. de Inovação em Educação e Pesquisa. Seus co-autores incluem Michael Boutilier e Jongho Lee do MIT, Valerie Chambers, da Fletcher-Maynard Academy, em Cambridge, Mass., E Varsha Venkatesh da Jericó High School, em Jericó, NY
Imagens abaixo:. (Primeira Foto) A imagem do microscópio eletrônico de cores falsas mostrando as bacterias E. coli (verde) presas após a filtração por membranas do xilema, no alburno após a filtração (vermelho e azul) 
(Segunda Foto) Os pesquisadores projetaram um filtro simples descascando a casca, uma pequena parte do pinho branco, em seguida, inserindo e prendendo-o dentro de um tubo de plástico. Créditos: R. Karnik / m. Boutilier / J. Lee / V. Chambers / V. Venkatesh



Fonte: Lawrence LeBlond para redOrbit.com - Your Universe Online

Read more at http://www.redorbit.com/news/science/pine-trees


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O Kit do Pinus – 2014 – Por Celso Foelkel

O pesquisador Celso Foelkel, um dos maiores estudiosos das florestas e utilizações dos Eucalyptus e dos Pinus, que disponibiliza mensalmente os informativos especializados, Eucalyptus Online Book, e PinusLetter, lança “O Kit do Pinus – 2014“!
Uma coletânea de fontes de informações sobre o Pinus, com centenas de referências e links sobre os mais diversos assuntos relacionados ao gênero Pinus.
Desde assuntos sobre silvicultura, manejo florestal, usos múltiplos, desrama e desbaste, pragas e doenças, resinas e resinagem, integração lavoura-pecuária-floresta,  qualidade da madeira, entre outros diversos assuntos.
Para quem se interessa pelo tema, pretende iniciar na atividade florestal, realizar pesquisas e buscar conhecimentos.. Vale a pena conferir!
Com satisfação o site Clube da Resina, está entre as referências relacionadas à resina e resinagem.
Para acessar o “Kit do Pinus – 2014 por Celso FoelkelClique neste LINK

Acesse também:
www.celso-foelkel.com.br/pinusletter.html
www.eucalyptus.com.br

Novos projetos florestais financiados pelo Programa ABC – Agricultura de Baixo Carbono

O produtor rural e florestal, tem a possibilidade de investir em novas florestas, utilizando recursos financiados pelo Programa ABC – Agricultura de Baixo Carbono, do Banco do Brasil.
Projetos de plantio de florestas em sistemas agrossilvipastoris, que integram a lavoura, a silvicultura e a pecuária em pequenas e médias propriedades, são financiados pelo programa, que pode ainda conter a resinagem em florestas de pinus como forma de melhorar a renda do produtor.
Segue a descrição do programa, fonte Banco do Brasil:

ABC - Agricultura de Baixo Carbono
A linha de crédito, ABC – Agricultura de Baixo Carbono, tem como objetivo incentivar a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis que contribuam para a redução das emissões de gases de efeito estufa e ajudem na preservação dos recursos naturais.São seis as iniciativas, apoiadas pelo ABC, que visam contribuir para a preservação do meio ambiente e para a sustentabilidade da produção agropecuária:
 
• Plantio direto na palha;
• Recuperação de pastos degradados;
• Integração lavoura-pecuária-floresta;
• Plantio de florestas comerciais;
• Fixação biológica de nitrogênio;
• Tratamento de resíduos animais.

Beneficiários
Produtores rurais, pessoas físicas ou jurídicas, e suas cooperativas.

Valor Financiável
Até R$ 1 milhão por beneficiário, por safra.

Limite de Financiamento
Até 100% do valor do investimento.

Encargos
5% ao ano.

Prazos

Projetos Prazos
Implantação de viveiros de mudas florestais Até 5 anos com até 2 anos de carência 
Implantação de sistema de integração lavoura-pecuária-floresta Até 8 anos* com até 3 anos de carência
Agricultura orgânica e recuperação de pastagens Até 8 anos com até 3 anos de carência        
Implantação e manutenção de florestas de dendezeiro Até 12 anos com até 6 anos de carência
Implantação e manutenção de florestas comerciais Até 12 anos com até 8 anos de carência
Manutenção de área de preservação permanente ou de reserva legal Até 15 anos com até 1 ano de carência
* O prazo pode ser estendido a até 12 anos quando a componente florestal estiver presente.

Sementes e Mudas de Pinus para Alta produção de Resina

O reflorestamento com espécies exóticas, principalmente o gênero pinus, é uma atividade de médio e longo prazo e pode ser integrada com outras atividades, sejam elas agrícolas e/ou pecuárias, para melhorar o rendimento financeiro da propriedade, e a resinagem é uma alternativa viável para tal.. Mas para isso é preciso: PACIÊNCIA.
Mas além de paciência outros fatores são importantes, além de uma boa terra, uma boa equipe, uma boa gestão, além de possuir conhecimento…
…É preciso investir em sementes e mudas de qualidade, como diz o ditado: “Não se pode mudar os frutos, se primeiro você não mudar as raízes”..
É possível encontrar atualmente, sementes e mudas de pinus elliottii var. elliottii de alta produção de resina, formadas de matrizes selecionadas em povoamentos clonais, com características superiores de produção de resina.
A realização de testes em parcelas experimentais mostraram produtividade de goma resina acima de 6kg/face.
Com mudas de qualidade e procedência, assessoria técnica especializada e novas idéias, os produtores poderão maximizar os rendimentos de suas propriedades e florestas.

Para maiores informações sobre como adquirir as mudas e sementes para alta produção de resina entre em contato:

thannar@resinbraz.com.br

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Noticia: VILHENA EXPORTA PRIMEIRA CARGA DE RESINA DE PÍNUS PARA O EXTERIOR


VILHENA EXPORTA PRIMEIRA CARGA DE RESINA DE PÍNUS PARA O EXTERIOR

Noticia postada no site Rondonia Acontece - Link original - clique aqui


A carga irá para a Holanda onde passará pelo processo de industrialização e de lá será levada para a Rússia. Sendo que é a primeira empresa do estado de Rondônia a exportar resina de pínus. Empresa 100% Vilhenense
Na manhã desta segunda-feira, 29, a equipe do Jornal Rondônia Acontece acompanhou o carregamento da primeira carga de resina de pinos do estado de Rondônia, da fazenda Irmãos Batista ou Reflorestamento Irmãos Batista, localizada na cidade de Vilhena.
Junior Batista, que é um dos responsáveis pela fazenda e pelo reflorestamento falou da felicidade em estar exportando a primeira carga de resina de pínus para o exterior, sendo que à Fazenda e Reflorestamento Irmãos Batista é a primeira do estado de Rondônia.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Noticia: Com o lema “Plantar árvores é um grande negócio”, Rondônia realiza o 2º Seminário sobre Florestas Plantadas no Estado

O objetivo do evento é implementar políticas públicas para o setor florestal, por meio da integração entre os pequenos, médios e grandes empreendedores rurais

 
Nanci Rodrigues é secretária de Desenvolvimento Ambiental em Rondônia
A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) realizará, através da Coordenadoria de Florestas Plantadas e Parceiros no Município de Vilhena (RO), nas datas de 8 e 9 de maio de 2014, o 2º Seminário de Florestas Plantadas com o slogan “Plantar Árvores em Rondônia é um Grande Negócio”. O evento visa implementar as políticas públicas para o setor florestal, promovendo a integração entre os pequenos, médios e grandes empreendedores rurais.

O 1º Seminário de Florestas Plantadas, organizado em 2012, teve como enfoque a apresentação de um novo segmento de mercado estruturado por serviços, empregos e renda, mostrando o Estado de Rondônia como um grande potencial para o cultivo de florestas plantadas. É chegada à hora de fomentar demandas que possam promover o aumento do nível de investimentosno setor florestal rondoniense, fato que vai gerar mais sustentabilidade ambiental, econômica e social.

Em virtude da demanda crescente por energia renovável, da pressão econômica sobre as florestas nativas e da preocupante visão dos países no desenvolvimento econômico ambiental sustentável, além da concretização dos compromissos assumidos para mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, o Governo de Rondônia tem como expectativa para o setor o aumento das áreas de florestas plantadas em 75% em três anos a partir deste ano, sendo no 1º ano um crescimento de 15%; no 2º ano, crescimento de 25%; e no 3º ano, crescimento de 35%.

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